
Padmasambava
Posição na mandala: sudeste
Padmasambava veste o hábito de monge e usa o chapéu de erudito (sânsc. pandita). Sua mão direita, com a palma para cima, está sobre o joelho, e a mão esquerda segura uma copa de crânio repleta de amrita.
Por não perceber o jovem professor que encontrara no claustro de sua filha Mandarava como um buda iluminado, o rei de Zahor tentou queimá-lo vivo. O fosso onde estava a fogueira, no entanto, transformou-se em um lago; desse lago, emergiu um lótus de haste longa, sobre o qual Guru Rinpoche estava sentado, rodeado de atendentes, todas com a aparência da princesa Mandarava. O rei arrependido submeteu-se, então, a Guru Rinpoche como Padmasambava - sambava refere-se à sua origem, Sambava, o reino de Mahabhijna Jnanabhibhu, o Buda de um éon anterior que manifestou Buda Amitaba. Em tibetano, Padmasambava é chamado de Padma Lopon Chenpo, Grande Mestre do Lótus. Posteriormente, em Zahor, no estranho e aterrorizante cemitério de Lankakuta, as dakinis a quem Guru Rinpoche ensinou durante cinco anos também o veneraram como Padmasambava.
Padmasambava tornou-se o nome mais usado em referência ao Guru Rinpoche histórico.