
Nyima Özer
Posição na mandala: oeste
Nyima Özer está sentado sobre um lótus com as pernas relaxadamente cruzadas, tem uma expressão levemente irada e a cor semelhante à do sol dourado. Ele corporifica o destemor do iogue para quem as fixações comuns da mente são experienciadas como vacuidade e êxtase não dual. Nyima Özer usa uma coroa de crânios e jóias, brincos de ossos, colares, braceletes, pulseiras, ornamentos nos tornozelos, uma saia de pele de tigre e cinzas de cremações. Na mão direita, segura um bastão cuja ponta é um tridente, um vaso pequeno e um vajra cruzado e, na esquerda, raios de sol. No sinistro cemitério conhecido como Fim dos Corpos, por cinco anos Guru Rinpoche ensinou o Darma às dakinis, e conseqüentemente recebeu o nome Nyima Özer, Radiância do Sol. Nesta emanação também tentou ajudar um homem pobre, mas desonesto, que havia sido mandado para um cemitério violento como punição por assassinato. Por ter uma visão errônea de Nyima Özer e uma negatividade implacável, ele foi devorado por demônios. Essa história conduziu a um caminho positivo todos os que contemplaram a lição cármica contida nela. Nyima Özer demonstrou domínio de iogue sobre os canais, as energias sutis e as esferas de energia; também integrou os mantras essenciais vitais de todos os espíritos arrogantes.