Mandarava

Posição na mandala: à direita de Guru Rinpoche

Mandarava, a bela consorte indiana de Guru Rinpoche, está em pé com uma flecha da longevidade com um espelho na mão direita e um vaso da longevidade na esquerda. Ela usa uma coroa, jóias, e régias vestes de seda. Seu nome refere-se à árvore Coral, uma das cinco árvores do reino dos deuses, que tem flores de cor laranja avermelhado brilhante. A primeira das cinco consortes principais de Guru Rinpoche, Mandarava foi uma emanação de Tara Branca que nasceu como princesa de Zahor, reino que fica no norte da Índia. Renunciando aos prazeres da corte, ela praticava reclusa com um séquito de atendentes femininas. Na forma de Padmasambava, Guru Rinpoche apareceu milagrosamente e girou a roda do Darma sagrado para elas. Ao ouvir a calúnia de que sua filha havia quebrado seus votos, o rei jogou Mandarava em uma fossa de espinhos e tentou queimar Padmasambava vivo. No entanto, a pira transformou-se em um lago onde estava Padmasambava, sentado resplandecente sobre um lótus. Assombrado pelos poderes milagrosos do guru, o rei arrependeu-se e ofereceu-lhe tanto seu reino como sua filha. Após estabelecer o rei e seus ministros no Darma, Guru Rinpoche e Mandarava viajaram para a caverna Maratika, no Nepal. Lá, dominaram a prática de longevidade e viram Buda Amitayus diretamente, atingindo o nível de tseuang rigdzins "detentores de realização com poder sobre a vida". Mandarava atingiu o corpo de arco-íris e, assim como Guru Rinpoche, continua a surgir para praticantes.

As emanações

Extras