Padma Gyalpo

Posição na mandala: sudoeste

Padma Gyalpo está sentado na postura do conforto real, veste mantos reais, segura um damaru na mão direita e um espelho na esquerda. Usa uma coroa régia, um turbante branco, ornamentos de jóias, brocados e sua tez é vermelha, a cor do poder magnetizador.

Invocando os poderes de sua jóia que realiza desejos, o rei Indrabodi entronizou Padma Jungne e o chamou de Rei do Lótus (Pemaradja em sânscrito e Padma Gyalpo em tibetano). Na condição de príncipe e herdeiro real, Padma Gyalpo casou-se com uma princesa, imaculada e digna, e participou de atividades nobres. Depois de cinco anos, durante os quais o reino prosperou, concluiu que a soberania mundana não traria qualquer benefício duradouro. Renunciou ao reinado e orquestrou o próprio exílio com um ato de liberação. Viajou ao cemitério do Bosque Fresco onde subjugou demônios e foi adorado por mamos e dakinis.

Mais tarde, com o voto de libertar todos os súditos de Odiana dos três tipos de emoções aflitivas, retornou, mas foi capturado, juntamente com sua consorte de sabedoria Mandarava, por um ministro hostil que tentou queimá-los vivos. O guru manifestou-se então como Pema Tötreng Tsal, Manifestação Guirlanda de Caveiras do Guru do Lótus, e depois novamente como Padma Gyalpo, permanecendo como guru do reino por 13 anos. Sob sua orientação, o rei, a rainha e todos que tiveram conexão com ele atingiram a sabedoria sublime.

As emanações

Extras